segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Michelin (CAC) - 4/Out (Seg)

Apesar da subida verificada hoje, ainda falta muito para a Michelin recuperar das enormes perdas decorrentes do anúncio de um aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros, no passado dia 28 de Setembro.

Tal medida não agradou os investidores, algo que pode ser facilmente deduzido através da leitura do volume nas 4 sessões que se seguiram ao anúncio (vendas fortes e pesadas).

Neste momento a dúvida persiste: irá a Michelin reactivar o seu suporte dos € 56,80 ou as quedas continuarão até (pelo menos) os € 50,00?


LVMH (CAC) - 4/Out (Seg)

Desde a quebra em alta dos € 97,00 - € 98,00 que a LVMH incrementou (ainda mais!) o seu ritmo de subidas. Os seus indicadores continuam muito bem posicionados e o seu volume mantém-se dentro da média histórica, pelo que não encontro motivos (de um ponto de vista puramente técnico) para acreditar numa reversão da tendência primária no curto ou médio prazo (como é óbvio, as ligeiras correcções não estão descartadas).

Continuo dentro da LVMH e, para já, não tenciono abandonar a posição.


EDF (CAC) - 4/Out (Seg)

A EDF segue a testar em força o seu suporte de curtíssimo prazo dos € 31,30, uma zona que, apesar de pouco relevante, tem aguentado bem a cotação desde finais de Agosto.

Por se tratar de um título com um perfil claramente bearish, a quebra em baixa deste suporte poderá levar a cotação a revisitar os € 30,15. Aos detentores de acções da EDF, fica feito o alerta.


Bouygues (CAC) - 4/Out (Seg)

A Bouygues está a ser cada vez mais comprimida entre a sua Linha de Tendência Descendente (LTd) e o seu suporte dos € 30,50, naquilo que parece ser uma clara formação em Triângulo Descendente.

Trata-se de uma formação de conotação bearish, ou seja, as chances de assistirmos a uma quebra em baixa são elevadas, motivo pelo qual não recomendo a abertura de novas posições neste título.

Aos detentores de acções da Bouygues, muita atenção aos € 30,50 pois a sua eventual quebra em baixa activará a formação.


BNP Paribas (CAC) - 4/Out (Seg)

O BNP Paribas segue a pressionar em força o seu suporte de curto prazo dos € 51,00 e, como podem reparar nos gráficos, tem disparado alguns sinais bearish preocupantes (quebra em baixa do seu canal ascendente e a incapacidade de fazer novos máximos relativos iguais ou superiores ao anterior - 9 de Agosto).

Em vista do seu perfil actual não recomendo a abertura de novas posições neste título (numa perspectiva de curto prazo), visto que a eventual quebra em baixa deste seu suporte poderá levar a cotação a revisitar os € 48,00.


Início negativo de semana na Europa

A sessão desta segunda-feira iniciou-se em terreno negativo um pouco por toda a Europa, com o sector da banca e da construção automóvel a condicionarem os ganhos.

Neste momento (10h00) Lisboa desliza -0,48% para os 7.549,96 pontos, Madrid perde -1,04% para os 10.341,80 pontos, Paris recua -1,10% para os 3.651,61 pontos, Frankfurt cai -1,06% para os 6.145,40 pontos e Londres regista uma desvalorização de -0,65% para os 5.556,55 pontos.

O Índice de Preços no Produtor na Zona Euro (Agosto) acusou um aumento de 0,1% face a última medição, o que o coloca em linha com as estimativas. Na sessão de hoje também ficaremos a conhecer importantes dados macro-económicos norte-americanos, com especial destaque para as Encomendas à Indústria e os Contratos de Compra e Venda de Casas em Agosto. Hoje a noite (20h00) também espera-se o discurso do presidente do FED, Ben Bernanke, em Rhode Island.

domingo, 3 de outubro de 2010

Zon (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar dos ganhos das 3 últimas sessões, a Zon mantém-se numa situação técnica tremendamente delicada desde a quebra em baixa do seu suporte dos € 2,90, o que levou a cotação a revisitar uma zona na qual não transaccionava desde Outubro de 2001 (!!).

Se uma imagem vale por mil palavras, os gráficos da Zon dizem tudo!


Sonae.com (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar das quedas consistentes desde Agosto, há que destacar pela positiva o papel desempenhado pelo seu importante suporte do € 1,39 - € 1,40 que, como podem reparar nos gráficos, tem impedido as quedas da Sonae.com desde inícios de Junho e, mais recentemente, desde finais de Setembro.

Trata-se de uma zona que, se mantida intacta ao longo dos próximos tempos, poderá servir como uma boa base para novos ataques à sua resestência do € 1,55 - € 1,58, cuja eventual quebra em alta poderá representar um bom ponto de entrada para os investidores de curto prazo.

Aos detentores de títulos da Sonae.com recomendo atenção redobrada ao seu suporte já que a sua quebra em baixa poderá levar a cotação a revisitar o seu suporte do € 1,20 (uma queda significativa).


Sonae Indústria (PSI) - 1/Out (Sex)

A Sonae Ind. segue firme e forte na sua tendência bearish de curto prazo. A cotação não está a respeitar suportes e o título mantém-se claramente condicionado pela sua Linha de Tendência Descendente (LTd). A continuar assim, parece-me que em breve veremos a cotação a testar novamente o seu suporte dos € 2,00.

De um ponto de vista bullish, trata-se de mais um título muito pouco interessante.


Sonae (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar dos sucessivos sinais bearish disparados pela Sonae, é preciso destacar pela positiva o facto do seu suporte dos € 0,81 continuar intacto "em fecho" (já que nos últimos dias a cotação aventurou-se abaixo desta zona em movimentos intradiários).

Esta zona é, na minha opinião, a última grande bóia de salvação da Sonae (numa perspectiva de curto prazo), já que a sua eventual quebra em baixa poderá abrir caminho para a continuidade das quedas em direcção aos € 0,70.

Neste momento não recomendo a abertura de novas posições na Sonae, e aos detentores de títulos deste empresa sugiro que estejam muito atentos aos € 0,81.


Semapa (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar de identificarmos um ligeiro aumento no volume médio transaccionado pela Semapa desde finais de Agosto, o comportamento da cotação revela uma grande dose de indecisão por parte dos investidores, com o título a oscilar forte entre os € 8,05 e os € 7,65.

Por conta dos recentes movimentos, os seus indicadores tornaram-se inúteis na medida em que disparam sinais pouco credíveis, o que torna difícil analisá-la com algum critério.

Como é óbvio, por conta do seu perfil actual e da baixíssima liquidez, não recomendo a abertura de novas posições na Semapa, ao menos enquanto a cotação continuar a transaccionar abaixo dos € 8,00 - € 8,15.

Aos detentores de acções desta empresa, muita atenção ao seu suporte dos € 7,65 que, se quebrado em baixa, poderá levar a cotação a revisitar os € 7,10.


REN (PSI) - 1/Out (Sex)

A REN segue cada vez mais comprimida entre a sua Linha de Tendência Ascendente (LTa) de curto prazo e a sua poderosa resistência dos € 2,70, naquilo que parece lembrar uma formação em Triângulo Ascendente que tem contra si o facto da cotação aproximar-se cada vez mais do seu vértice.

Numa situação como esta, as odds apontam para uma fase de consolidação a seguir à quebra da formação, ao contrário do seu comportamento "normal" que prevê subidas fortes e consistentes.

Há algumas semanas atrás, quando o Triângulo Ascendente parecia de facto uma formação credível, confesso que andava bastante empolgado com a REN e que a acompanhava com um interesse comprador cada vez maior (estava apenas à espera da quebra em alta da sua formação para avançar com uma compra), mas agora este interesse desvaneceu-se por completo e prevejo a continuidade das lateralizações ao longo dos próximos tempos.

No entanto, aos bulls interessados, muita atenção à uma eventual quebra em alta dos € 2,70 que, apesar de não disparar um sinal tão poderoso como teria disparado há 3 ou 4 semanas atrás, ainda pode revelar-se uma aposta interessante.


Portucel (PSI) - 1/Out (Sex)

A Portucel continua a transaccionar dentro de um trading range estreito de curto prazo entre os € 2,15 e os € 2,25. Por um lado, fortemente condicionada pela sua resistência (3 toques nos últimos 2 meses), e pelo outro, mantida de forma heróica pelo seu suporte.

Pela positiva há que destacar o facto da cotação continuar no topo de um rebound de longo prazo iniciado em meados de Abril de 2009 que, apesar de ter assistido a uma longa fase de lateralização entre Setembro de 2009 e Junho de 2010, nos últimos 2 meses tem-se mantido firme na sua zona mais elevada.

Aos detentores de acções da Portucel, atenção redobrada ao suporte dos € 2,15 que, se quebrado em baixa, poderá indicar a perda definitiva do seu vigor bullish e abrir caminho a novas quedas. Para os bulls interessados na abertura de novas posições, aconselho que aguardem pela eventual quebra em alta dos € 2,25.


Portugal Telecom (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar do volume reduzido das últimas semanas, a Portugal Telecom segue firme na sua subida e a consolidar aquilo que inicialmente era uma Linha de Tendência Ascendente (LTa) apenas hipotética (há alguns meses foi traçada como um mero exercício).

As subidas cada vez mais "íngremes" aproximaram a cotação desta LTa, pelo que se prevê para breve um teste decisivo.

A nível dos seus indicadores técnicos, detecto apenas uma ligeira divergência negativa no Stochastic, pelo que sugiro alguma atenção ao longo das próximas sessões.


Mota Engil (PSI) - 1/Out (Sex)

E o marasmo continua na Mota Engil. Como podem reparar nos gráficos, a cotação insiste em transaccionar dentro de trading ranges cada vez mais estreitos (desde 9 de Julho que segue entre os € 2,09 e os € 2,30), com um volume que, à excepção de um ou outro pico, não apresenta uma tendência sólida de subida, e com indicadores técnicos que não sinalizam uma reversão no futuro a curto prazo (à excepção de um ligeiro crossover no Stochastic).

Aos detentores de acções da empresa, muita atenção aos € 2,00 que, se quebrados em baixa, abrirão ao título uma zona de mínimos não atingidos desde finais de 2004. Quanto aos bulls, recomendo que aguardem pacientemente por uma eventual quebra em alta dos € 2,40 - € 2,45 antes de pensarem na abertura de novas posições.

Mais um título que desperta muito pouco interesse na bolsa nacional.


Jerónimo Martins (PSI) - 1/Out (Sex)

Desde o dia 27 de Setembro que a J. Martins está a ser condicionada por uma ligeira resistência de curtíssimo prazo nos € 9,93 - € 10,00. Será que, tal como sucedeu na altura em que a cotação atingiu os € 9,00, assistiremos a um novo período de lateralização, talvez o suficiente para validar aquilo que parece ser uma Linha de Tendência Ascendente (LTa) de curto prazo?

Para já o desempenho da cotação continua fenomenal, com o registo de 16 fechos positivos nas últimas 20 sessões, muitos deles acompanhados por volumes bastante significativos.

Sem dúvida o título que, de longe, mantém o perfil mais bullish de todo o PSI 20 (e continua a não demonstrar sinais de fraqueza ou reversão).


sábado, 2 de outubro de 2010

Inapa (PSI) - 1/Set (Out)

A quebra em baixa do seu importante suporte dos € 0,45 - € 0,47 (hoje resistência) selou em definitivo o destino da Inapa que, neste momento, afunda-se a uma velocidade preocupante.

Mas apesar de tudo, pela positiva há que destacar os € 0,40 que, como podem reparar nos gráficos, tem servido como suporte para a cotação nos últimos 4 dias. No entanto, e com base no seu perfil geral, não acredito que seja capaz de segurar a cotação por muito mais tempo.

Um título que, à par da Brisa e da EDP Renováveis, é dos menos interessantes de todo o PSI 20.


Galp Energia (PSI) - 1/Out (Sex)

A Galp deu um salto verdadeiramente fenomenal na sexta-feira passada ao registar uma valorização superior aos 7%, destroçando por completo a sua zona de resistência dos € 12,60 - € 13,00.

Por detrás de tão fantástico desempenho esteve o investimento chinês de mais de 7 mil milhões de euros no projecto de prospecção e extracção que a Repsol vem desenvolvendo no Brasil, um mercado no qual a Galp está muito presente através da sua parceria com a Petrobras.

Tamanho salto inviabilizou qualquer trabalho de análise técnica sobre a Galp, já que num único dia a cotação aproximou-se daquilo que previa-se ser um target primário de curto / médio prazo (resistência dos € 13,68 - € 13,72).

O fecho de sexta-feira muito próximo dos máximos intradiários revela que a notícia não foi completamente descontada na sessão, o que pode abrir as portas para novos ganhos ao longo dos próximos dias.

Não há dúvidas de que será muito interessante acompanhar o comportamento da Galp na segunda-feira.


EDP Renováveis (PSI) - 1/Out (Sex)

A EDP Renováveis está a apresentar um perfil claramente bearish em todos os horizontes temporais (curto, médio e longo prazo), aliás, nota-se mesmo uma certa intensificação das quedas a partir de inícios de Julho.

Recentemente a cotação parece estar a ser suportada pelos € 4,05 - € 4,09 mas, dado o seu perfil técnico tremendamente negativo, não me parece que este suporte conseguirá resistir à aproximação da sua Linha de Tendência Descendente (LTd).

Assim como a INAPA e a Brisa, trata-se de um dos títulos com menos interesse bullish de todo o PSI 20.


EDP (PSI) - 1/Out (Sex)

Na semana que passou a EDP tentou novamente sem sucesso quebrar em alta a sua resistência de curto prazo dos € 2,55. Trata-se de uma barreira que, apesar de aparentemente pouco relevante e de ter sofrido um falso breakout no passado dia 14, provou esta semana que continua forte e disposta a condicionar a evolução da cotação ao longo das próximas sessões.

Mantenho a EDP em standby, pacientemente à espera da quebra em alta dos € 2,65 (para entradas de curto prazo com target inicial nos € 3,00). Neste momento e por conta de toda a hesitação à volta deste título, não recomendo a abertura de novas posições.


Cimpor (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar da invalidação da sua Linha de Tendência Ascendente (LTa) de curto prazo e daquilo que parecia ser um promissor Triângulo Ascendente, a Cimpor (ainda) não iniciou a esperada correcção em direcção ao seu suporte dos € 4,40. Pelo contrário, e como podem reparar nos gráficos, o título mantém-se muito próximo da sua zona de resistência dos € 4,90 - € 5,00, o que pode alimentar as esperanças dos bulls de um up-side breakout algures no futuro.

Apesar de, na minha opinião, o título já ter perdido todo o vigor bullish apresentado entre Junho e Agosto, é inegável que uma eventual quebra em alta desta resistência poderá vir a disparar um sinal interessante.


Brisa (PSI) - 1/Out (Sex)

Mais uma semana que passou sem grandes novidades na Brisa. A nível técnico a cotação continua a apresentar um perfil claramente bearish em todos os horizontes temporais (curto, médio e longo prazo) e com uma ausência completa de sinais de inversão nos seus indicadores.

Juntamente com a INAPA e a EDP Renováveis, trata-se de um dos títulos com menor interesse bullish de todo o PSI 20.


BPI (PSI) - 1/Out (Sex)

Assim como ocorreu com o BES, no BPI também podemos identificar um suporte de curtíssimo prazo (€ 1,55) que, desde finais de Agosto, tem evitado de forma exemplar a continuidade das quedas.

No caso do BPI a recomendação aos bulls é a mesma que foi dada no BES: muita atenção ao € 1,55 pois a sua eventual quebra em baixa poderá disparar um sinal bearish importante.

Para os investidores interessados numa entrada de curto prazo, aconselho que aguardem pela quebra em alta da sua resistência do € 1,65 - € 1,71.


BES (PSI) - 1/Out (Sex)

Apesar de uma semana de relativo pouco movimento no BES, há que destacar pela positiva o seu suporte de curtíssimo prazo dos € 3,30 que, como podem reparar nos gráficos, tem exercido muito bem a sua função desde finais de Agosto.

Aos bulls fica um alerta: atenções concentradas no suporte dos € 3,30 pois, se quebrado em baixa, irá disparar um sinal bearish importante.

Aos investidores de curto prazo interessados no BES, recomendo que aguardem pela eventual quebra em alta da sua resistência dos € 3,60 - € 3,80.


BCP (PSI) - 1/Out (Sex)

E após uma semana repleta de notícias, informações e contra-informações envolvendo o aumento para 10% na participação da Sonangol no BCP, o título voltou a encerrar abaixo dos € 0,65 (resistência de curtíssimo prazo).

Acompanho o BCP com cada vez menos interesse. Trata-se de um título que insiste em lateralizar em ranges cada vez mais estreitos, o que revela bem o grau de hesitação dos investidores.

Talvez quando a cotação ultrapassar os € 0,68 - € 0,70 a situação mude, mas até lá continuarei confortavelmente de fora.


Altri (PSI) - 01/Out (Sex)

A Altri continua a reagir bem após o teste à base da sua zona de suporte dos € 3,50 - € 3,70. Como podem reparar nos gráficos, foram 4 sessões consecutivas de ganhos, o que levou os seus indicadores técnicos a dispararem alguns sinais bullish importantes.

No médio prazo a cotação continua a apresentar um aspecto técnico muito precário, já que o seu actual suporte é a última grande barreira que impede o título de ingressar numa zona carente de suportes relevantes.

Para os investidores de curto prazo mais audazes, recomendo que aguardem pela quebra em alta dos € 3,70 (target nos € 4,40), mas recomendo atenção aos falsos breakouts (ver período de 14 à 17 de Setembro).


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sexta-feira de fortes ganhos na Europa

Após um mês de Setembro verdadeiramente histórico para as bolsas norte-americanas (maior ganho num mês de Setembro em 71 anos), o mês de Outubro começou em força na Europa, com as principais praças a registarem ganhos no início desta manhã.

Neste momento (9h20) Lisboa é a praça europeia que mais sobe, ao ganhar 0,98% para os 7.580,77 pontos, Madrid valoriza 0,58% para os 10.575,50 pontos, Paris sobe 0,54% para os 3.735,37 pontos, Frankfurt ganha 0,59% para os 6.265,96 pontos e Londres regista uma valorização de 0,69% para os 5.587,00 pontos.

Em Lisboa o destaque vai para a Galp, que nesta manhã chegou a valorizar mais de 7%, tendo já negociado quase 3 milhões de acções. Os investidores estão radiantes face ao pesado investimento que a petrolífera chinesa Sinopec (7,1 mil milhões de euros) fez para entrar nos activos da Repsol no Brasil. Em França, as acções da Repsol também sobem com uma força impressionante e registam neste momento um ganho próximo dos 5%.

Para hoje os investidores estão a aguardar pela divulgação da Taxa de Desemprego da Zona Euro em Agosto (10h00) e, nos EUA, pelo Rendimento Pessoal e Consumo Privado e pelo índice de confiança do consumidor relativo ao mês de Setembro (às 13h30 e às 14h45, respectivamente).