terça-feira, 29 de março de 2011

Renault (CAC) - 29/Mar (Ter)

A Renault segue a apresentar um perfil técnico muito pouco simpático, em larga medida por culpa da quebra em baixa da sua importante Linha de Tendência Ascendente (LTa) de médio prazo, ocorrida em meados de Fevereiro.

A quebra desta LTa deitou por terra todo um ímpeto bullish que se vinha acumulando desde finais de Maio de 2010, o que levou a cotação a registar fortes quedas consecutivas nas últimas 6 semanas.

Neste momento a Renault está a testar em força a sua zona de suporte dos € 35,00 - € 36,00 que, se quebrada em baixa, irá confirmar (mais uma vez!) o seu perfil bearish.

Aconselho aos investidores que se mantenham afastados da Renault, ao menos enquanto o título não se decidir pelo caminho a seguir no futuro a curto prazo.

Para entradas curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte.



EDP (PSI) - 29/Mar (Ter)

Apesar das quedas que se verificam desde os dias 16 / 17 de Fevereiro, a EDP segue a apresentar um perfil técnico muito interessante, na medida em que mantém válida a quebra em alta da sua outrora importante Linha de Tendência Descendente (LTd) de longo prazo, ao mesmo tempo em que aproxima-se rapidamente da sua Linha de Tendência Ascendente (LTa) de médio prazo que, apesar de muito menos relevante e de ainda não estar completamente validada (apresenta apenas 2 toques), poderá representar um bom ponto de referência para novas compras, claro está, se assistirmos a uma reacção positiva da cotação nos próximos dias.

Em resumo, neste momento não aconselho a compra de acções da EDP, mas se o título reagir de maneira positiva à aproximação da sua LTa, poderemos então estar diante de um sinal de compra potencialmente lucrativo.

Aos interessados, aconselho que mantenham um olhar atento sobre esta cotada ao longo dos próximos dias.




Cimpor (PSI) - 29/Mar (Ter)

A Cimpor está a consolidar aquilo que parece ser um Triângulo Simétrico de longo prazo. Apesar de se tratar de uma formação tradicionalmente sem contornos claros no que toca à sua natureza bullish ou bearish, aquela sua Linha de Tendência Ascendente (LTa), iniciada em meados de Março de 2009, parece-me bastante forte e consistente.

Apesar de muito promissora, a situação não está completamente clara no futuro a curto prazo, mas uma eventual quebra em alta da sua Linha de Tendência Descendente (LTd) de médio prazo, bem como da sua zona de resistência dos € 5,30 - € 5,40, decididamente irá disparar um importante sinal de compra. Aos investidores interessados, aconselho que mantenham um olhar atento à estes 2 sinais.



BRISA (PSI) - 29/Mar (Ter)

A Brisa está prestes a completar 1 ano a transaccionar dentro de um trading range relativamente amplo, entre os € 4,50 - € 4,60 e os € 5,50 - € 5,60, período no qual a cotação apresentou uma série cíclica de subidas e descidas, como podem verificar pelas linhas de tendência traçadas no gráfico.

Neste momento o título está a testar em força a base do seu trading range, pelo que recomenda-se uma atenção redobrada face a uma eventual quebra em baixa desta importante zona de suporte que, se ocorrer, irá disparar um importante sinal de venda.

Para os investidores de curto prazo, a quebra em alta da sua mais recente Linha de Tendência Ascendente (LTa) poderá representar um sinal de compra interessante, mas para os investidores de médio / longo prazo recomendo que aguardem pela quebra em alta do seu actual trading range.

Para entradas curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte.



BANIF (PSI) - 29/Mar (Ter)

Tendência claramente bearish no longo prazo, com a cotação neste momento a testar em força a sua zona de suporte dos € 0,77 - € 0,80.

A sua Linha de Tendência Descendente (LTd) de longo prazo está a exercer uma pressão negativa muito forte sobre a cotação, pelo que deve-se observar com muita atenção uma eventual quebra em baixa do seu importante suporte que, se de facto ocorrer, irá disparar um forte sinal de venda, motivo pelo qual neste momento desaconselho a compra de acções desta empresa.

Para entradas longas, aguardar pela quebra em alta da sua LTd (cautela extrema!).

Para entradas curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte (ver gráfico).



segunda-feira, 28 de março de 2011

BPI (PSI) - 28/Mar (Seg)

Tendência claramente bearish no longo / médio prazo, com o título a transaccionar num trading range de curto prazo entre o € 1,25 e o € 1,45.

A cotação está a ser fortemente pressionada pela sua Linha de Tendência Descendente (LTd) de longo prazo, o que dá uma importância muito maior ao teste que está a ser feito sobre a sua zona de suporte do € 1,25 - € 1,30 (ver gráfico).

Neste momento não recomendo a abertura de posições no BPI. Aquela sua zona de suporte não me parece suficientemente forte para conter as quedas e a sua LTd está a exercer um efeito negativo sobre o título há tempo demais.

Para a abertura de posições longas, aguardar a quebra em alta da sua zona de resistência do € 1,45, o que implicaria também a quebra em alta da sua LTd, o que irá reforçar ainda mais o sinal de compra.

Para a abertura de posições curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte do € 1,25 - € 1,30 (que está a ser testado neste exacto momento!).


BES (PSI) - 28/Mar (Seg)

O recente rebound, iniciado em meados do dia 10 / 11 de Janeiro (ver gráfico), perdeu completamente a sua força quando a cotação testou a sua importante zona de resistência dos € 3,30.

Neste momento o título segue a apresentar muito pouco do vigor bullish que apresentou nos primeiros 3 meses do ano, o que levanta muitas dúvidas quanto ao seu futuro no curto / médio prazo.

Por este motivo, neste momento desaconselho a compra de acções do BES.

Para entradas longas, aguardar pela quebra em alta da sua zona de resistência dos € 3,30 e da sua Linha de Tendência Descendente (LTd) de médio prazo.

Para entradas curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte dos € 2,90.




BCP (PSI) - 28/Mar (Seg)

 O BCP está prestes a completar 1 ano a transaccionar dentro de um trading range relativamente estreito entre o € 0,60 e o € 0,68 - € 0,70.

Como fica claro ao analisarmos o gráfico, trata-se de um título muito pouco interessante para o investidor de médio / longo prazo, devido à total indefinição quanto à sua tendência.

Ao transaccionar neste trading range há tanto tempo, fica óbvio que os investidores continuam duvidosos quanto ao rumo da cotação no futuro, motivo pelo qual não recomendo a compra de acções do BCP.

Para entradas longas, aguardar pela quebra em alta da sua zona de resistência dos € 0,68 - € 0,70.

Para entradas curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte dos € 0,60.




Altri (PSI) - 28/Mar (Seg)

Tendência claramente bearish no longo prazo, com o título a transaccionar num trading range relativamente estreito no curto / médio prazo (entre o € 1,55 e o € 1,80).

Neste momento, com a sua Linha de Tendência Descendente (LTd) de longo prazo a aproximar-se rapidamente da cotação, não recomendo a abertura de novas posições.

Para a abertura de posições longas, aguardar pela quebra em alta da sua zona de resistência (ver gráfico). A quebra em alta desta zona implicará também a quebra em alta da sua LTd, o que irá reforçar ainda mais o sinal de compra.

Para a abertura de posições curtas, aguardar pela quebra em baixa da sua zona de suporte (ver gráfico).



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Fresenius SE (DAX) - 11/Nov (Qui)

A Fresenius SE continua a apresentar um perfil claramente bullish no longo prazo, com a cotação neste momento a consolidar dos recentes ganhos numa zona ligeiramente abaixo dos € 66,00.

A nível técnico o título continua muito apetecível, com os seus indicadores técnicos a acompanharem de perto as subidas (não é possível identificar divergências negativas dignas de nota). E os bons resultados financeiros divulgados em finais de Outubro estão a servir como um incentivo adicional aos bulls.

Na minha opinião, e apesar de prever uma ligeira correcção no futuro mais imediato, acredito que o caminho da Fresenius SE continuará a ser para cima.

Fresenius Med. Care (DAX) - 11/Nov (Qui)

Como eu temia (ver anterior análise do dia 13/Out), a Fresenius Med. Care disparou um importante sinal bearish no início de Novembro, ao reagir mal (pela quarta vez consecutiva em apenas 3 meses) à sua resistência dos € 46,00 e ao quebrar em baixa a sua importante Linha de Tendência Ascendente (LTa) de longo prazo (iniciada em meados de Março de 2009).

Convém ter em atenção o facto de algumas das quedas verificadas nas últimas semanas terem sido acompanhadas por volumes superiores à média, o que denuncia o forte empenho dos bears na continuidade das quedas.

Neste momento o título está a testar em força um suporte de curto prazo à volta dos € 43,00 - € 43,50, um patamar que, apesar de bastante recente, assume uma importância vital quanto ao futuro da FMC no curto prazo visto que uma eventual quebra em baixa confirmaria (mais uma vez!) a sua força bearish, o que poderá conduzi-la a um ciclo renovado de quedas.

Neste momento não recomendo a abertura de novas posições, ao menos até a vermos acima dos € 46,00. E aos detentores de títulos da FMC recomendo extrema atenção aos € 43,00 - € 43,50.

Bolsas europeias revertem ganhos no início da sessão

Apesar de um início de quinta-feira positivo, motivado em larga medida pelo bom desempenho das praças norte-americanas na sessão de ontem, na qual os investidores receberam de bom grado a divulgação de uma diminuição expressiva no número semanal de pedidos de subsídio de desemprego, neste momento as principais praças europeias seguem no vermelho, com os receios relacionados à dívida pública de países como Portugal, Irlanda, Espanha e Grécia a condicionarem os investidores no início desta manhã.

Em Portugal o yield das obrigações a 10 anos atingiu os 7,139% e na Irlanda a fasquia encontra-se nos 8,5%, o culminar de uma série praticamente ininterrupta de subidas. São dados que condicionam os investidores que, numa reacção natural, acabam por debandar dos mercados.

A sessão desta quinta-feira destaca-se pela quase ausência de divulgações de dados macro-económicos importantes, à excepção do índice de preços no consumidor, a ser divulgado pelo INE, e do início da reunião de 2 dias do G20.

Neste momento (9h20) Lisboa desliza -0,77% para os 7.774,06 pontos, Madrid perde -0,86% para os 10.147,80 pontos, Paris cai -0,21% para os 3.880,44 pontos, Frankfurt sobe ligeiros 0,07% para os 6.724,50 pontos e Londres regista uma queda de 0,07% para os 5.812,88 pontos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Bolsas europeias em queda no início da sessão

Após uma terça-feira de fortes ganhos na Europa (à excepção de Lisboa) e de mais um dia decepcionante nos EUA, marcado pelas fortes quedas do DJI (-0,53%), do Nasdaq (-0,66%) e do S&P 500 (-0,81%), as praças europeias iniciaram a sessão desta quarta-feira em terreno negativo, com os investidores condicionados face ao fraco desempenho de ontem das bolsas norte-americanos.

A sessão de hoje tem como destaque a divulgação de reports financeiros de alguns gigantes corporativos, como a Allianz, ING, Dexia, entre outros. E nos EUA serão divulgados alguns dados macro-económicos importantes, como o número semanal de novos pedidos de subsídio de desemprego e a balança comercial de Setembro.

Neste momento (10h00) Lisboa segue a perder -0,11% para os 7.848,04 pontos, Madrid cai -0,61% para os 10.346,20 pontos, Paris desliza -0,58% para os 3.922,82 pontos, Frankfurt desliza -0,34% para os 6.764,47 pontos e Londres regista uma desvalorização de -0,34% para os 5.855,44 pontos.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sanofi-Aventis (CAC) - 9/Nov (Ter)

Após o disparo de um importante sinal de entrada em princípios de Setembro, quando a cotação quebrou em alta a sua Linha de Tendência Descendente (LTd) de médio prazo, seguiu-se uma fase de fortes subidas que foram interrompidas à volta dos € 50,00, estabelecendo-se esta zona como uma nova resistência de curtíssimo prazo.

Neste momento a cotação segue a atacá-la em força, tendo já realizado alguns fechos acima desta barreira. Aguarda-se para breve a confirmação da sua quebra em alta, quando então os investidores mais atrasados poderão ter uma boa oportunidade de abrirem posições longas neste título.

LVMH (CAC) - 9/Nov (Ter)

Comentários para que?

Mais uma prova de que quando uma acção parece que já subiu demais, pode continuar a subir ainda mais!

Com fundamentais tão sólidos e com as vendas a dispararem na Ásia, ninguém pára a LVMH.

Nota: não se esqueçam dos stops! A colocação e a manutenção de stops em títulos como a LVMH é importantíssima para a preservação dos ganhos entretanto conquistados.

L'Oréal (CAC) - 9/Nov (Ter)

A L'Oreal segue na confirmação do sinal de entrada disparado no passado dia 21 de Outubro, representado no gráfico pela forte quebra em alta da sua importante resistência dos € 84,50 (hoje transformada em suporte).

A este movimento seguiu-se uma fase de consolidação (ainda activa) dos recentes ganhos e que para já está a cumprir bem o seu papel ao testar e fortalecer o seu novo suporte.

Continuo bastante optimista quanto ao futuro de curto / médio prazo da L'Oreal, no entanto, aos investidores que entraram recomendo a colocação de um stop imediatamente abaixo do seu novo suporte (talvez algures à volta dos € 80,00), de modo a evitar surpresas desagradáveis.

Lafarge (CAC) - 9/Nov (Ter)

Apesar do seu aspecto um tanto quanto "estranho", podemos identificar na Lafarge uma tendência de longo prazo claramente bearish, no entanto, no médio e curto prazo torna-se evidente um certo vigor bullish, principalmente após a quebra em alta daquilo que parece ser uma Falling Wedge (estranhamente localizada a meio de um downtrend).

Como podem reparar nos gráficos, esta quebra em alta levou à um breve período de consolidação cuja margem superior foi finalmente ultrapassada no passado dia 4 de Novembro (quinta-feira), o que reforçou mais uma vez o sinal de entrada disparado em meados de Setembro deste ano.

Tratou-se de uma aposta tremendamente arriscada numa altura em que eu não estava certo acerca do padrão que se estava a desenvolver, no entanto, 2 meses depois provou-se ser uma entrada vencedora, o que não diminui em absoluto o seu elevado nível de risco.

Por este motivo, e apesar de continuar dentro, não recomendo a abertura de posições na Lafarge aos investidores mais avessos ao risco.

Danone (CAC) - 9/Nov (Ter)

A Danone disparou nesta terça-feira um importante sinal de entrada, ao romper em alta e com bom volume a sua resistência dos € 46,70, apesar do fecho ter ficado muito aquém do desejado.

O forte movimento foi motivado por rumores (dados como certos por alguns analistas) de que a Danone avançará com a venda do seu negócio de água à um grupo japonês.

Como é óbvio, o sinal ainda não está confirmado, pelo que recomendo aos bulls que aguardem pela sessão de amanhã antes de avançarem com a abertura de posições neste título.

ArcelorMittal (CAC) - 9/Nov (Ter)

Na sessão desta terça-feira a ArcelorMittal disparou um tímido sinal de entrada (quebrou em alta o topo do seu rectângulo, representado aqui pela sua importante resistência dos € 25,70 - € 26,15).

Para amanhã resta a tarefa de aguardar pela confirmação que, em caso positivo, poderá abrir aos bulls um potencial de valorização a rondar os € 30,00 (baseado na largura do seu actual rectângulo). Na minha opinião, um target suficientemente apetecível como para justificar a abertura de novas posições.

Início de terça-feira positivo na Europa, à excepção de Lisboa

Início de terça-feira positivo na Europa, à excepção de Lisboa

Após uma segunda-feira de perdas ligeiras na Europa e com os EUA a encerrarem mistos, com o DJI e o S&P 500 a caírem e o Nasdaq a subir ligeiros 0,04%, as praças europeias iniciaram a sessão desta terça-feira com ganhos, à excepção do nosso PSI 20.

Neste momento (10h10) Lisboa perde -0,58% para os 7.835,94 pontos, Madrid sobe 0,30% para os 10.322,50 pontos, Paris ganha 0,33% para os 3.926,42 pontos, Frankfurt valoriza 0,31% para os 6.771,19 pontos e Londres regista um ganho de 0,64% para os 5.887,46 pontos.

Estes ganhos estão a ser suportados em larga medida pela expectativa gerada à volta da divulgação de uma série de reports financeiros de alguns gigantes europeus, com destaque para a Vodafone, o Barclays e a Hermes.